Cadela que participou das buscas após ataques do 11 de Setembro ganha homenagem no Texas

Até o ano passado, a cadela Bretagne era o último cão de serviço vivo que participou das buscas de vítimas dos ataques de 11 de Setembro em Nova York, Estados Unidos, em 2001.

A cadela, que tinha dois anos na data dos ataques e faleceu em 2016 com 16 anos de idade por conta de insuficiência renal, trabalhou com sua tutora, Denise Corliss, em turnos de 12 horas por dez dias no local dos ataques. Apesar das exaustivas horas procurando, nenhum sobrevivente foi encontrado.




Esta semana, 16 anos depois do atentado ao World Trade Center, a cadela Bretagne recebeu uma bela homenagem por todos os seus anos de serviço e por tudo o que ela representou.

Bretagne trabalhou até os 9 anos de idade, quando se aposentou e começou a ser voluntária em escolas onde crianças pequenas e pessoas com deficiência poderiam praticar a leitura em voz alta para ela, que ouvia tudo atentamente.




Em 2015 a cadela, que também trabalhou após desastres naturais como o furacão Katrina, furacão Rita, furacão Ivan, recebeu um agradecimento oficial por seus serviços e no momento de sua morte também recebeu uma homenagem de um grupo de bombeiros de Houston.

A homenagem feita para a cadela este ano foi ainda maior. Uma estátua de Bretagne feita em tamanho real em bronze foi inaugurada na última segunda-feira, dia 11 de setembro de 2017, em uma região de Houston onde a cadela viveu e que ainda está se recuperando após o furacão Harvey.




A tutora de Bretagne, que trabalhou nas buscas após furacão Harvey com seu novo cão de serviço, ficou emocionada com a homenagem. “Estou tão tocada – estupefato, mesmo – que as pessoas quiseram fazer algo especial para a Bretagne… Bretagne tornou-se um símbolo para aqueles que servem”, disse Denise.

Fonte: I Heart Dogs
Fotos: Denise Corliss e Brian Blake / Today

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